Comitê vai dinamizar processo de modernização do TCM-PA
Criado pela Resolução Administrativa nº 26/2017/TCM-PA, de 04/07/2017, que dispõe sobre a governança de tecnologia da informação no âmbito do Tribunal de Contas dos Municípios do Estado do Pará (TCM-PA), o Comitê Gestor de Tecnologia da Informação (CGTI) possibilitará o desenvolvimento de projetos demandados pelos setores do Tribunal, que resultarão em aplicativos com a finalidade de facilitar e agilizar os trabalhos. Segundo o presidente do TCM-PA, conselheiro Daniel Lavareda, o CGTI viabilizará avanços significativos no processo de modernização do Tribunal.
O CGTI realizou sua primeira reunião em dezembro de 2017, ocasião em que foi aprovado o Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação. Na segunda reunião, realizada no último dia 19, foram aprovados a logo e o modelo para confecção do site do CGTI, que ficará hospedado no site do TCM-PA.
O diretor de Tecnologia da Informação, Diógenes Carneiro, informou que na segunda reunião também foi aprovado o modelo de Desenvolvimento Descentralizado. Trata-se de um usuário que cria novos aplicativos de negócios para consumo por parte de outros, usando ambientes de desenvolvimento e tempo de execução sancionados pela TI corporativa.
NOVA REUNIÃO
Na próxima segunda-feira, 29, o CGTI realizará uma reunião, coordenada pela Escola de Contas Públicas “Conselheiro Irawaldyr Rocha” (ECPCIR), às 9h, no auditório “Jarbas Passarinho”, com a participação do presidente Daniel Lavareda, diretores e chefes de núcleos.
O CGTI é composto pelos seguintes servidores: Diógenes Carneiro (titular da DTI); Felipe Fernandes de Souza (titular do Núcleo de Gestão de Processos); Aristides Pinheiro Gomes Neto (representante das Controladorias); Karina Novelino (Titular da Diretoria de Planejamento); Jorge Kajango (titular da Secretaria Geral); Rosangela Quadros (diretora executiva da ECPCIR); e Itamar Soares de Azevedo Neto (titular da Diretoria Administrativa).
APLICATIVOS
No passado, o desenvolvimento de aplicativos do usuário final normalmente era limitado a soluções de grupo único ou de grupo criadas com ferramentas como Microsoft Excel e Access. No entanto, hoje, os usuários finais podem criar aplicativos departamentais, empresariais e até públicos, usando serviços compartilhados, plataformas de desenvolvimento de estilo de linguagem de quarta geração (4GL) e serviços de computação em nuvem.
Com a criação do CGTI, cada setor do Tribunal vai apontar as dificuldades para realizar determinada tarefa. Então será formalizado um projeto, por meio do Kanvas, que servirá de base para a DTI dar um parecer e criar um aplicativo facilitador do trabalho. O aplicativo poderá ser classificado como departamental ou corporativo, de acordo com sua abrangência de uso e setores envolvidos para a obtenção dos resultados. A DTI também dará treinamento à equipe de cada setor que demandar projetos, objetivando a geração do efeito multiplicador de conhecimento.

